Quer saber de uma coisa?
Já que o casamento tá de novo sem data marcada e tá previsto pra demorar muito pra acontecer, eu vou querer fazer tudo o que eu tenho direito. Tudo. A melhor banda, o melhor buffet, a decoração mais linda e clean que eu puder encontrar, o vestido único e exclusivo, o lugar mais encantador, mais cheio de árvores e pássaros cantando que tiver na cidade, os melhores docinhos e o melhor bolo. Quero violoncelos tocando na minha entrada da cerimônia, quero dar presente aos padrinhos, quero telão pra passar nossa retrospectiva, quero dançar junto com o meu futuro marido e quero ter de recordação todas e as melhores fotos possíveis. Como quase toda mulher, eu sonho com isso desde pequena. Sempre fui uma pateta cheia de mimimis românticos sem quase nunca admitir isso pra alguém e tava disposta a abrir mão de muita coisa e a colocar a mão na massa pra economizar ao máximo e fazer essa celebração acontecer no início do ano que vem. Mas os obstáculos que foram colocados foram muito maiores.
Não tô querendo esbanjar nada e muito menos querendo uma super produção. Sempre achei ridículo esses casamentos que são feitos pros outros e não pros noivos, com aquela cara de balada e que o objetivo maior de tudo aquilo é esquecido. Não. O meu casamento vai começar verdadeiramente este ano, em julho, quando me mudar pra lá. Mas eu não vou abrir mão de celebrar e manter bem perto de mim as pessoas que mais amo pra comemorar isso junto com a gente. E não abro mão de ter as músicas, as cores, as flores e os sabores que vão ficar na memória depois. Não mais. Custe o quanto custar, vou continuar prezando pela simplicidade mas sem me matar pra isso acontecer.
E tenho dito! Hunf!
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